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domingo, 25 de setembro de 2011

Prêmio Funcionário Padrão 2011

Teve início no último dia 14 o período de inscrições para o concurso Prêmio Funcionário Padrão Edição 2011. Os interessados devem procurar a divisão de pessoal do órgão em que está lotado para se inscreverem. Para isso, o funcionário deve ser titular de cargo efetivo e estável e estar em exercício das atribuições.
O concurso realizado pela Prefeitura de Goiânia, por meio da Secretaria de Administração e Recursos Humanos (Smarh), visa reconhecer, recompensar e incentivar os servidores que são símbolos de comprometimento e dedicação à administração pública municipal.
A escolha dos três primeiros colocados será realizada pela Comissão Julgadora representada pelo secretário de Administração e Recursos Humanos, Edson Araújo de Lima, pelo secretário de Governo, Osmar de Lima Magalhães, pela diretora do Recursos Humanos da Secretaria Municipal de Administração, Roselane Machado Fagundes, pelo Diretor Geral de Pessoal também da Secretaria de Administração, Josemá Pereira Campos, e pelo Presidente do Sindigoiânia, Carlos Antônio Ramos.
Dentre os critérios de avaliação, estão a capacidade do funcionário de apresentar ideias criativas que contribuam com a produtividade e qualidade dos serviços prestados. O primeiro colocado receberá um adicional de 20% no salário, o segundo de 15% e o terceiro lugar 10%. O benefício passará a integrar a remuneração fixa do servidor e já será usufruído no mês subsequente à premiação.
Os vencedores de cada órgão receberão um Diploma de Mérito Funcional e um presente da Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos. As premiações acontecerão no dia 27 de outubro no Clube do Sindicato dos Trabalhadores do Município de Goiânia (Sindgoiânia). No local haverá também sorteio de TV LCD, Notebook, bicicleta e celular para os servidores que estiverem presentes no evento.

Fonte: Prefeitura de Goiânia

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Fim da greve dos médicos da Rede Municipal de Saúde

Depois de 20 dias de paralisação, os médicos da rede municipal de saúde em Goiânia voltaram às atividades nos Cais e Ciams nesta terça-feira (13). O Diretor do Sindicato dos Médicos de Goiás (Simego) Robson Azevedo afirmou à repórter Nathália Lima que a categoria aceitou o modelo de agendamento de consultas proposto pelo Ministério Público.
“O escalonamento é uma ideia que na teoria é até muito boa, mas na prática não funciona como a Secretaria queria. Com horário marcado, muitos pacientes que necessitam de transporte coletivo ou de carona, a maioria deles chegava adiantada ou atrasada, e com isso eles perdiam a consulta e o médico não poderia atendê-los”, explica.
Segundo ele, um problema de ociosidade se iniciou ao ter um médico parado e um paciente sem poder entrar. O Ministério Público fez uma proposta dividindo por segmentos de horário. Neste caso, se o paciente está agendado para as 07h00, ele pode chegar até as 07h40.
Mesmo com a mudança, os pacientes devem continuar agendando os atendimentos pelo Tele-Consulta. Sobre a reivindicação de aumento salarial, Robson Azevedo destaca que as negociações continuam, porém com os médicos trabalhando.
Os médicos exigem melhoria salarial com adoção do piso da Federação Nacional dos Médicos (Fenan) de R$ 9.188,00. Atualmente, de acordo com o Diretor da Simego, para 20 horas semanais, os médicos recebem R$ 1.950,00, mais gratificações.

Fonte: Portal 730

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Médicos de Goiânia reduzirão em 50% o atendimento de emergência

Em assembleia realizada na noite de segunda-feira (5), médicos que atendem pela rede municipal de saúde decidiram pela continuidade da greve, que já dura 14 dias. A categoria decidiu ainda estender o movimento grevista ao atendimento de emergência, que deverá ser suspenso em 50%.

Antes, a greve estava atingindo somente os atendimentos eletivos, ou seja, aqueles marcados previamente. O sindicato da categoria irá entregar nesta terça-feira (6) um ofício solicitando uma audiência com o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia.

Fonte: Portal G1

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Médicos de Goiânia iniciam greve por tempo indeterminado

Os médicos vinculados à Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (SMS) iniciaram, na manhã desta quarta-feira (24), uma greve por tempo indeterminado. Apenas os atendimentos de emergência e urgência serão mantidos. A decisão foi tomada em assembleia geral extraordinária realizada no dia 17 de agosto.

Os médicos reivindicam melhoria salarial, com adoção do piso da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), que é de R$ 9.188,22. Atualmente, segundo o presidente do Sindicato dos Médicos de Goiás (Simego), Leonardo Reis, para 20 horas semanais, os médicos recebem de R$ 2,5 mil a R$ 3 mil.

No Cais do Jardim América, os usuários compareceram à unidade e foram pegos de surpresa na manhã desta quarta-feira. A feirante Judith Rosa lamenta a situação: “A gente chega e simplesmente não seremos atendidos. É muito triste.”

Na urgência e emergência, apenas quatro médicos estavam trabalhando: três clínicos gerais e um pediatra. A população reclama do descaso na saúde pública: “ É uma briga entre eles e quem perde é a gente que é usuário”, diz a dona de casa Adriana Costa.
saiba mais

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No Ciams do bairro Novo horizonte, em Goiânia, a direção informou que nove médicos trabalhavam na urgência. Mas os usuários estavam insatisfeitos com a demora nos atendimentos. “O atendimento, aqui, sempre foi ruim, com médico ou sem médico. A gente tem que chegar cedo e esperar a boa vontade deles para atender”, afirma a costureira Márcia Costa.

O secretário de saúde de Goiânia, Elias Rassi, afirma que o movimento de paralisação é uma retaliação às mudanças no sistema de agendamento das unidades de saúde da capital. “A implantação do novo modelo de agendamento gerou uma insatisfação por parte dos usuários. Ou seja, a mudança implicou uma permanência maior dos médicos nas unidades”, explica o secretário.

Negociações
Os médicos alegam que as negociações com a prefeitura não evoluíram. O diretor do Sindicato dos Médicos de Goiás, Robson Azevedo, afirma que não faz parte das reivindicações da categoria a diminuição da jornada de trabalho. “Nós queremos que o médico trabalhe as 20 horas com salário digno e com atenção à população.”

Robson Azevedo esclarece que, de acordo com o sindicato, não houve alternativa: “Nós sabemos que esta paralisação é ruim para todos, mas nós fomos levados a isso. Como não houve negociação durante este ano nós tivemos que tomar esta atitude.”

Fonte: Portal G1

Cronograma de reposição de perdas deve ser apresentado pelo IMAS em 30 dias

O presidente do Instituto de Assistência à Saúde e Social dos Servidores Municipais de Goiânia (Imas), Sandro Pereira Valverde, reuniu-se Segunda-feira (22), na Casa dos Hospitais, com representantes do Comitê de Integração das Entidades Representativas dos Prestadores de Serviços de Saúde (Cier-Saúde). Em pauta: as reivindicações dos prestadores de serviços de saúde credenciados pelo Imas, que entre os dias 17 e 19 de agosto fizeram uma paralisação em protesto contra a defasagem nos valores pagos pelo Instituto e o não-pagamento dos 10% descontados linearmente nas faturas de junho e julho de 2010.
Sobre a defasagem nos valores pagos, que totaliza 25,4% (referentes a perdas inflacionárias registradas nos últimos anos), Sandro Pereira Valverde anunciou uma reposição “imediata” de 6,5%, que já devem ser incorporados ao pagamento que será liberado em setembro. Também em setembro, de acordo com o presidente, os prestadores de serviços de saúde devem receber o ressarcimento dos descontos efetuados nas faturas de junho e julho, que somam cerca de R$ 1,1 milhão.
Sandro Pereira Valverde pediu 30 dias de prazo para apresentar um cronograma de recomposição do restante das perdas inflacionárias. A abertura das negociações com o Imas foi considerada um avanço pelo Cier-Saúde, resultado da paralisação de advertência que teve a adesão em massa dos prestadores de serviços de saúde. Antes da paralisação, apesar das tentativas de diálogo por parte do Cier-Saúde, o canal de negociação com o Imas estava fechado.

Fonte: Casa dos Hospitais

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Suspensão no atendimento dos serviços do IMAS


O atendimento prestado por médicos, hospitais, laboratórios, clínicas, clínicas de imagem e bancos de sangue aos usuários do Instituto de Assistência à Saúde e Social dos Servidores Municipais de Goiânia (Imas) foi suspenso nesta quarta-feira, dia 17. A paralisação continuará até a próxima sexta-feira, 19 de agosto. Nestes três dias, apenas os casos de urgência e emergência serão atendidos.

A paralisação foi deflagrada pelos prestadores de serviços de saúde em razão da defasagem nos valores pagos pelo Instituto, que totaliza 25,4% (referentes a perdas inflacionárias registradas nos últimos anos). Os prestadores também reivindicam o pagamento dos 10% descontados linearmente nas faturas de junho e julho de 2010, que somam cerca de R$ 1,1 milhão.

O Comitê de Integração das Entidades Representativas dos Prestadores de Serviços de Saúde (Cier-Saúde) ressalta que essa é uma paralisação de advertência e que está aberto ao diálogo com o Imas e com o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia. A expectativa das entidades que integram o Cier-Saúde é que haja uma solução para os problemas e que a assistência aos quase 72 mil usuários do Imas possa ser garantida.

Saiba mais sobre o Imas

O Instituto de Assistência à Saúde e Social dos Servidores Municipais de Goiânia (Imas) é uma autarquia municipal criada pela Lei n° 8537, de 20 de junho de 2007, em substituição ao antigo ISM, que tem por finalidade prestar assistência médica, hospitalar, odontológica, laboratorial, psicológica, farmacêutica e social aos servidores públicos municipais de Goiânia e seus dependentes

Números de usuários: 71.293 usuários (30.203 segurados servidores; 36.661 dependentes; 4.429 associados adjuntos)

Prestadores de serviços de saúde:

519 médicos

64 hospitais

189 clínicas médicas

63 laboratórios

19 pronto-socorros médicos

Fonte: Casa dos Hospitais

terça-feira, 21 de junho de 2011

Ponto Facultativo dia 24 de junho

O prefeito Paulo Garcia assinou o decreto nº 2054 que institui em âmbito municipal o ponto facultativo na próxima sexta-feira, dia 24, em virtude do feriado de Corpus Christi na próxima quinta-feira, dia 23.

O decreto determina que órgãos e entidades públicas municipais de atendimento a urgência e emergências deverão funcionar em caráter plantão permanente.

Os titulares dos órgãos e entidades deverão informar ao gabinete do prefeito os nomes dos servidores plantonistas até amanhã, 22, para que sejam acionados em qualquer eventualidade entre os dias 23 e 26 de junho.

Fonte: Prefeitura de Goiania